Hoje eu queria ver o mar e deixar que a sua calmaria invadisse o meu ser.
Queria que suas águas corressem pelas ruelas obstruídas do meu organismo, e levasse com ele, todo o motivo da obstrução.
Queria que a sua correnteza arrebatasse-me com tamanha força, capaz de arrancar todas essas coisas do lugar.
Queria que o mar levasse-me em sua eterna mansidão, e ao trazer-me, devolvesse-me com a mais pura leveza.
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